O MUNDO ENCANTADO DA REALIDADE

Olá, pensadores!
Como todos devem saber, princesas são uma referência na vida de uma criança, não só elas mas também o contexto em volta delas, os príncipes e finais felizes. Porém nada disso se condiz com a realidade, e isso colocaremos em questão dois fatores nos quais precisam ser abordados, a falta da representatividade negra e o novo conceito do que é ser uma princesa.
Você já deve ter percebido que a maioria das altezas reais são loiras, brancas e de olhos azuis, entretanto, poucas meninas se encaixam nesses padrões, de modo que as crianças se questionem até a sua própria cor. A representatividade negra está começando a dar seus primeiros passos, porém não é um fato concretizado, ou seja, é preciso que haja uma mudança nesse contexto.
A primeira “princesa” negra foi Tiana (como você deve ter percebido a palavra princesa está entre aspas porque ela só se torna tal pelo fato de marido dela ser um príncipe), que surgiu no ano de 2009. Faz pouco tempo, tal questão mostra o quão demorou o “nascimento” dela. 
Mesmo com ela como a primeira princesa negra, ainda falta a representatividade negra nos cinemas, séries e outro meio. Porque isso afeta ao próximo no qual sente a falta de ser representado pois não ser interpretado em um filme ou desenho animado faz falta na vida de uma criança.

Outro ponto levantado no primeiro parágrafo é o novo conceito do que é ser princesa. Elas sempre foram recatadas e a todo momento a procura de um príncipe. Sendo que isso não se condiz com a realidade vivida por todos, e com essa pequena e grande ideia de querer mudar tal conceito, surgiu as novas e fortes princesas. Merida, Elsa e Moana são exemplos de personagens com características marcantes. Elas têm em comum o desejo de ser livre, lutar por seu destino e não está nem aí por um príncipe. Trazendo o conceito de que podemos ser quem quisermos, lutar pelos nossos direitos, mostrando ao mundo o significado do que É ser uma princesa. Pode soar infantil esse tema mas há várias história e ideologias estabelecidas. Resumindo, representatividade importa e é preciso que haja mais personagens com características voltadas para o cotidiano, com as quais as crianças podem se identificar.




Criado por Camila Dantas
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